Essa frase de Tolstói exemplifica a atual situação sócioeconômica mundial, a profundidade e complexidade da crise devem-se principalmente a enorme cobiça financeira dos poderosos. Interesses in
dividuais sobrepõem-se ao interesse de uma nação, a "grande minoria" que detém o poder em suas mãos manipula fatos, modifica leis, corrompem até a própria alma em busca de dinheiro. Nos labirintos das leis eles acham caminhos para enganar a cega justiça. E quando não encontram caminhos, derrubam paredes com a força do dinheiro.Essa cobiça não é recente, nos remete a muitos seculos atrás. Talvez iniciou com a cobiça dos burgueses europeus em dominarem novas terras , ou talvez com a intenção totalmente "pacificadora" da Igreja Católica de aumentar seus domínios e riquezas na Idade Média, ou quem sabe dos inúmeros impérios que já vieram ao mundo e morreram inebriados pelo seu poder.Pode ser até que veio antes de Cristo, antes dos faráos... A frase de Tolstói dita em meio a governos absolutistas europeus, não é ultrapassada em pleno século XXI e ainda por muito tempo será dessa forma.
As instituições financeiras pedem socorro ao Estado, e a sociedade aceita pagar a conta sem manifestar-se. Grandes multinacionais recebem dinheiro com neunhuma obrigação de cumprir um compromisso social predefinido e para longo prazo , apenas oferecem a garantia de não fecharem as portas. Enquanto isso o crédito é negado a empresas de médio e pequeno porte que, são as maiores geradoras de empregos, e as maiores contribuintes.
Esse é o ser humano:
"Nunca pude conceber como um ser racional poderia perseguir a felicidade exercendo o poder sobre outros." [ Thomas Jefferson ]

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